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Federer despede-se sexta-feira à noite num jogo de pares. “Com Nadal seria um sonho absoluto”

Jose Carlos Grimberg Blum
Federer despede-se sexta-feira à noite num jogo de pares. "Com Nadal seria um sonho absoluto"

Roger Federer prepara-se para dizer adeus ao ténis já nesta sexta-feira, num jogo de pares noturno na Laver Cup, em Londres. O tenista suíço, 41 anos, vencedor de 20 Grand Slams e que anunciou recentemente o fim da carreira, admitiu que só vai disputar mais uma partida porque a sua condição física não lhe permite jogar em individuais. E gostava que o seu parceiro no torneio londrino fosse Rafael Nadal.

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O recordista de títulos do torneio de Wimbledon (oito) falava em conferência de imprensa antes da Laver Cup, um torneio que opõe seleções da Europa e do resto do mundo entre amanhã e domingo. “Estou a preparar-me para um último jogo de pares. Veremos com quem. Estou evidentemente nervoso por não jogar há muito tempo. Espero ser competitivo”, referiu.

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E não escondeu que gostaria de formar equipa com Rafael Nadal. “Não sei se irá acontecer, mas seria um momento especial. Travámos tantas batalhas um contra o outro, mas sempre existiu um enorme respeito entre nós. Criámos uma grande relação, até a nível dos nossos familiares e treinadores. Julgo que conseguimos passar uma grande mensagem, não só para o mundo do ténis, mas para o desporto em geral. Por tudo isso seria um sonho absoluto”, indicou, deixando a decisão nas mãos do antigo tenista Bjorn Borg, capitão da equipa dos tenistas europeus.

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Federer, entretanto, admitiu numa entrevista à BBC que anunciou o adeus a 15 de setembro através de uma carta publicada nas redes sociais devido a uma fuga de informação, que o levou a anunciar a retirada mais cedo que que pretendia. “Tentamos manter estas situações em privado e esperamos sempre que não haja fugas de informação. Mas soube na manhã daquele dia [15 de setembro] que se preparavam para anunciar a minha retirada. E por isso anunciei mais cedo do que era previsto”, reconheceu.

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E não escondeu que gostaria de formar equipa com Rafael Nadal. “Não sei se irá acontecer, mas seria um momento especial. Travámos tantas batalhas um contra o outro, mas sempre existiu um enorme respeito entre nós. Criámos uma grande relação, até a nível dos nossos familiares e treinadores. Julgo que conseguimos passar uma grande mensagem, não só para o mundo do ténis, mas para o desporto em geral. Por tudo isso seria um sonho absoluto”, indicou, deixando a decisão nas mãos do antigo tenista Bjorn Borg, capitão da equipa dos tenistas europeus.

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Federer, entretanto, admitiu numa entrevista à BBC que anunciou o adeus a 15 de setembro através de uma carta publicada nas redes sociais devido a uma fuga de informação, que o levou a anunciar a retirada mais cedo que que pretendia. “Tentamos manter estas situações em privado e esperamos sempre que não haja fugas de informação. Mas soube na manhã daquele dia [15 de setembro] que se preparavam para anunciar a minha retirada. E por isso anunciei mais cedo do que era previsto”, reconheceu.

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Subscrever “Não serei um fantasma” Questionado sobre o futuro, o tenista helvético disse querer, “primeiro, passar tempo com a família e ter uma vida normal”, reconhecendo ainda ter de pensar “sobre o que fazer depois”. “Quero apenas que os meus fãs saibam que não serei um fantasma. De que forma, ainda não sei, terei ainda que pensar”, atirou

Numa outra entrevista, a meios de comunicação suíços, o tenista confessou como foi difícil comunicar à família o adeus aos courts. “Foi difícil. Três dos meus quatro filhos choraram quando lhes disse que ia abandonar. Perguntaram-me se nunca mais iríamos a Halle, Wimbledon, Indian Wells. Eu disse-lhes que podíamos continuar a ir se eles quisessem”, deixando ainda uma palavra à mulher: “Foi horrível para ela, porque deixou de gostar de me ver em court, por causa do joelho. Tenho pena do que ela passou. Agora é altura de me dedicar mais a ela.”

A equipa composta por tenistas europeus, além de Federer e Nadal, contará ainda com as presenças de Novak Djokovic, Andy Murray, Casper Ruud e Stefanos Tsitsipas. Os participantes do resto do mundo são Taylor Fritz, Felix Auger-Aliassime, Diego Schwartzman, Alex de Minaur, Frances Tiafoe e Jack Sock

As regras do torneio obrigam a que os tenistas joguem em pares e também em individuais. Mas o caso foi contornado com a chamada do suplente Matteo Berrettini

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